Muitos já devem conhecer Dexter das telas de um seriado popular da Warner. Eu, por sorte, ainda não tinha assistido a nenhum episódio da série então pude ler o primeiro livro do mês dedicado a serial killers sem a interferência da imagem que já tinham construído dele. Dexter é um seria killer um pouquinho diferente. Ele tem aquele impulso incontornável de matar pessoas que vem com uma voz estranha no fundo da cabeça dele, mas, em consideração a seu pai adotivo, ele consegue escolher suas vítimas. Assim, só morre quem merece morrer, quem tem motivos para isso, quem não presta, e o trabalho é feito com muito esmero, sem grandes banhos de sangue e sem deixar pistas.
Para não ser pego pela polícia, além de pensar em todos os detalhes antes de cada assassinato, Dexter também cultiva uma imagem de cidadão normal perante a sociedade. Ele finge que tem uma namorada, ele finge que se importa com as pessoas, ele finge que tem sentimentos, enfim, ele finge ser normal. Sua irmã, por ironia do destino ou do autor, seguiu a carreira do pai adotivo de Dexter e virou policial. Não muito bem sucedida, é verdade, mas virou e batalha bastante para ser levada a sério no trabalho e ser transferida para o setor de homicídios.
No primeiro livro da série, uma seqüência de assassinatos chama a atenção da polícia e de Dexter. O modus operandi do assassino é tão perfeito que parece brincar com a capacidade de Dexter de resolver o caso. Sim, faltou dizer que Dexter é especialista e borrifos de sangue (blood splatter) e, por isso, também trabalha com os policiais. Para completar, todas as mortes são realizadas sem sujeira com sangue, cortes cirúrgicos e uma limpeza que mata Dexter de inveja e curiosidade. É tudo tão parecido com seu próprio modo de matar, que ele chega a se perguntar se não foi ele mesmo que matou as vítimas.
A melhor parte do livro é o texto irônico e o jeito engraçado de Dexter, que é menos desastrado que parece ter sido mostrado na série, mais sombrio e cansado da raça humana e muito mais cheios de tocs quando trata dos assassinatos. Como eu não sou ávida leitora de livros de assassinatos, Dexter foi uma grata surpresa. Espero que a seqüência de livros faça o mesmo sucesso que a seqüência de episódios da Warner.
segunda-feira, 12 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
"Emma", Jane Austen
Que me desculpem todos os professores de literatura, todas as menininhas, todos os amantes da literatura britânica, mas Jane Austen é uma velha fofoqueira. Pronto, falei. Este mês, no desafio, foi a vez de livros cujo título era um nome próprio. Coloquei alguns na lista e acabei indo para Emma. Ana Karenina era grande demais para a minha falta de tempo este mês (que, além de mais curto, ainda teve uma semana de Carnaval) e Benjamim estava em falta na Travessa. Aos 45 do segundo tempo, eu acabei baixando a versão bilingüe de Emma no site da Saraiva e lendo ele no iPhone mesmo.
Eu já havia lido Persuasão, da autora, em inglês, e também não tinha ficado muito fã. Não foi ruim, mas também não me prendeu. Jane Austen é extremamente irônica e, logo de cara, achei que ia me dar muito bem com ela. Só que não.
Tanto a personagem principal de Persuasão, como Emma, me pareceram muito autobiográficas, por algum motivo. Acho que por isso eu fiquei com a impressão de que a chata era ela.
Emma mora com o pai e acabou de "perder" a empregada/babá/governanta/ama. Não, ela não morreu, só se casou, mas para a família foi como se fosse. Como ela parece não ter vida própria, Emma se ocupa da vida dos outros. Ela arranja casamentos, espalha fofocas, fala mal da vida alheia, julga as famílias menos nobres que ela e decide ser uma tia solteirona que vai só cuidar da vida alheia. Só que com palavras mais bonitas, se você perguntar para alguém que tenha gostado do livro.
Apesar de bem escrito, você vai se surpreender com a capacidade de gastar páginas e mais páginas que Jane tem para falar sobre o tempo. Todos os personagens têm um medo horrível de janelas abertas ou passeios ao ar livre, porque você pode pegar um resfriado a qualquer momento.
Emma se empenha em organizar uma festa e um monte de gente é chamada para dar palpite de onde colocar cada móvel e você, pobre leitor que só querer saber se ela vai terminar solteirona mesmo ou não, é obrigada a acompanhar todas as discussões sobre o espaço ser ou não suficiente padrão número de casais convidados para dançar. Torci para que as janelas fossem esquecidas abertas e todos morressem de pneumonia.
Novamente, eu reconheço a importância de Jane Austen para a literatura anglosaxã e juro que dei duas chances para ela, mas meu espírito jornalístico/editor só conseguia pensar em cortar metade daquelas frases e resumir aquela historia em 100 páginas. O livro tem 400, aliás.
[* - 1 estrela]
Eu já havia lido Persuasão, da autora, em inglês, e também não tinha ficado muito fã. Não foi ruim, mas também não me prendeu. Jane Austen é extremamente irônica e, logo de cara, achei que ia me dar muito bem com ela. Só que não.
Tanto a personagem principal de Persuasão, como Emma, me pareceram muito autobiográficas, por algum motivo. Acho que por isso eu fiquei com a impressão de que a chata era ela.
Emma mora com o pai e acabou de "perder" a empregada/babá/governanta/ama. Não, ela não morreu, só se casou, mas para a família foi como se fosse. Como ela parece não ter vida própria, Emma se ocupa da vida dos outros. Ela arranja casamentos, espalha fofocas, fala mal da vida alheia, julga as famílias menos nobres que ela e decide ser uma tia solteirona que vai só cuidar da vida alheia. Só que com palavras mais bonitas, se você perguntar para alguém que tenha gostado do livro.
Apesar de bem escrito, você vai se surpreender com a capacidade de gastar páginas e mais páginas que Jane tem para falar sobre o tempo. Todos os personagens têm um medo horrível de janelas abertas ou passeios ao ar livre, porque você pode pegar um resfriado a qualquer momento.
Emma se empenha em organizar uma festa e um monte de gente é chamada para dar palpite de onde colocar cada móvel e você, pobre leitor que só querer saber se ela vai terminar solteirona mesmo ou não, é obrigada a acompanhar todas as discussões sobre o espaço ser ou não suficiente padrão número de casais convidados para dançar. Torci para que as janelas fossem esquecidas abertas e todos morressem de pneumonia.
Novamente, eu reconheço a importância de Jane Austen para a literatura anglosaxã e juro que dei duas chances para ela, mas meu espírito jornalístico/editor só conseguia pensar em cortar metade daquelas frases e resumir aquela historia em 100 páginas. O livro tem 400, aliás.
[* - 1 estrela]
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
eBooks gratuitos de Marketing Digital
Hoje eu estava atrás de livros de Marketing Digital. Mais especificamente de web writing, ou seja, de escrita para a internet. O livro lindão que eu quero comprar eu já tenho em mente, mas ele é caro e eu tenho outros dez mil livros na frente dele que eu também "preciso" ter! Então, recorri aos ebooks, para ver se algum chamava a minha atenção. Gente, porque raios ainda não estão investindo nos ebooks dessa área? Ninguém percebeu como é irônico lançar um livro sobre marketing digital, mídias sociais, web 2.0 e publicar somente em papel? Só eu achei?
Foi aí que eu tropecei em alguns títulos ou referências gratuitas! Não faço a menor ideia se são bons ou ruins, já que isso tudo foi encontrado hoje. Todos já foram devidamente transferidos para o iBooks. Segue a listinha mão-na-roda:
Foi aí que eu tropecei em alguns títulos ou referências gratuitas! Não faço a menor ideia se são bons ou ruins, já que isso tudo foi encontrado hoje. Todos já foram devidamente transferidos para o iBooks. Segue a listinha mão-na-roda:
- Como escrever para a web - Guillermo Franco (é o que promete mais)
- Para entender as mídias sociais - Org;: Ana Brambilla
- Comunicação e marketing digitais - Org: Marcello Chamusca e Márcia Carvalhai
- Guia prático de Marketing na Internet - Cláudio Torres
- Cartilha de Redação Web - Departamento de Governo Eletrônico (só para referência)
Se a sua procura é por mídias sociais, vai encontrar muito mais coisa por aí, mas, como eu disse, o meu foco era em texto para web, e esses me prometeram mais. Se você é formado em Marketing, com certeza vai achar o material fraco, corre pro livrão grande! :)
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Sangue, Ossos e Manteiga - Gabrielle Hamilton
No último dia do mês, terminei o terceiro livro da série de literatura gastronômica do desafio. "Sangue, ossos e manteiga", da chef Gabrielle Hamilton, já estava na minha lista de "para ler" desde antes de ser traduzido para português. Ele estava na lista dos mais lidos do Goodreads e tinha uma capa super interessante. Eu tinha ele em ebook no iPad, mas nunca cheguei a terminar o primeiro capítulo. Com o desafio, acabei comprando o livro de verdade e pegando para ler (de verdade).
Gabrielle Hamilton é um versão feminina de Anthony Bourdain. Desbocada, ela já foi chef, já trabalhou em lanchonetes nojentinhas, já trabalhou como garçonete, já foi pobre, já foi lésbica, já foi drogada, já casou para salvar um italiano da deportação, já teve dois filhos, já abriu um restaurante, já escreveu um livro e mais um monte de coisa. Bourdain inclusive menciona Gabrielle em "Ao ponto", sendo uma das poucas figuras que ele critica só um pouco (enquanto todos os outros chefs ele joga aos porcos).
O livro conta a história de Gabrielle desde a infância, com a mãe francesa que a ensinou a comer e a cozinhar bem, até a separação dos pais, quando aprendeu com o pai a matar uma galinha (o que no caso dela acaba sendo desastroso - para a galinha, principalmente), um grande período de drogas e falta de comida até chegar a abrir o seu próprio restaurante, onde conhece seu futuro marido, prestes a ser deportado dos EUA, com quem visita anualmente a Itália e suas maravilhas gastronômicas.
"Sangue, ossos e manteiga" tem mais biografia do que propriamente sangue, ossos e manteiga. Ou seja: comida. Mas justamente por isso é tão recomendado para todo mundo que quer um livro leve para ler - ao contrário do que a cabeça decepada da capa e o título possam parecer.
[**** - 4 estrelas!]
Gabrielle Hamilton é um versão feminina de Anthony Bourdain. Desbocada, ela já foi chef, já trabalhou em lanchonetes nojentinhas, já trabalhou como garçonete, já foi pobre, já foi lésbica, já foi drogada, já casou para salvar um italiano da deportação, já teve dois filhos, já abriu um restaurante, já escreveu um livro e mais um monte de coisa. Bourdain inclusive menciona Gabrielle em "Ao ponto", sendo uma das poucas figuras que ele critica só um pouco (enquanto todos os outros chefs ele joga aos porcos).
O livro conta a história de Gabrielle desde a infância, com a mãe francesa que a ensinou a comer e a cozinhar bem, até a separação dos pais, quando aprendeu com o pai a matar uma galinha (o que no caso dela acaba sendo desastroso - para a galinha, principalmente), um grande período de drogas e falta de comida até chegar a abrir o seu próprio restaurante, onde conhece seu futuro marido, prestes a ser deportado dos EUA, com quem visita anualmente a Itália e suas maravilhas gastronômicas.
"Sangue, ossos e manteiga" tem mais biografia do que propriamente sangue, ossos e manteiga. Ou seja: comida. Mas justamente por isso é tão recomendado para todo mundo que quer um livro leve para ler - ao contrário do que a cabeça decepada da capa e o título possam parecer.
[**** - 4 estrelas!]
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A mesa voadora - Veríssimo
Veríssimo é tudo. O de verdade, e não aquele que você recebe por e-mail de gente que repassa tudo o que recebe. O Veríssimo de verdade tem um senso de humor sutil, disfarçado de ironia, disfarçado de falta de educação ou algo do tipo. E tem cara de quem gosta de uma comida boa de verdade. "A mesa voadora" é um daqueles livros fininhos que muita gente já leu na escola. É uma coletânea de crônicas publicadas sobre comidas, vinhos, restaurantes, viagens gastronômicas e comilanças em geral. O livro é uma delícia.
Em "A mesa voadora", Veríssimo fala mal da salsinha, ensina a furar fila no buffet, trava uma guerra entre não entedendores de vinho, conta vantagem sobre suas viagens gastronômicas mais invejáveis, come bem, come mal e come muito. Ele apresenta alguns personagens cativantes de restaurantes e bares, passeia pelo Rio, por Porto Alegre, por São Paulo, pela Itália e por vários outros lugares gostosos, de cinco ou nenhuma estrela.
Meu carinho pela salsinha e por Veríssimo lutaram durante o livro inteiro, mas Veríssimo ganhou no final e eu não pude ficar chateado com ele por isso. Espero que ele não fique chateado por eu continuar comendo salsinhas...
[**** - quatro estrelas!]
Em "A mesa voadora", Veríssimo fala mal da salsinha, ensina a furar fila no buffet, trava uma guerra entre não entedendores de vinho, conta vantagem sobre suas viagens gastronômicas mais invejáveis, come bem, come mal e come muito. Ele apresenta alguns personagens cativantes de restaurantes e bares, passeia pelo Rio, por Porto Alegre, por São Paulo, pela Itália e por vários outros lugares gostosos, de cinco ou nenhuma estrela.
Meu carinho pela salsinha e por Veríssimo lutaram durante o livro inteiro, mas Veríssimo ganhou no final e eu não pude ficar chateado com ele por isso. Espero que ele não fique chateado por eu continuar comendo salsinhas...
[**** - quatro estrelas!]
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Escola dos Sabores - Erica Bauermeister
Como já expliquei no último post, estou participando de outro desafio, dessa vez temático. "Escola dos Sabores" foi o primeiro livro lido no ano, no mês dedicado à literatura gastronômica. Eu já tenho uma biblioteca bem extensa desse tema, então fui atrás de coisas que eu ainda não tinha lido. Como era de se esperar, escolhi esse aí pela capa. Normalmente eu não erro, mas tem sempre uma primeira vez. Não sei se foi o interesse com o tema ou a quantidade de comparações, já que eu já li vários outros livros sobre comidas, mas Erica Bauermeister não me convenceu nem de longe.
O livro, como o nome já diz, conta a história de um curso de culinária. Cada capítulo é dedicado a um personagem, que são justamente os alunos do curso e a professora, Lilian. Cada um tem uma história de vida para contar e um motivo para estar ali, naquela sala de aula. Uns receberam o curso como presente de familiares, outros buscavam aprimorar um hobby, outros saíam de depressões... Enfim, cada capítulo era quase que um conto próprio, o que poderia ter dado certo. Mas não deu.
"Escola de Sabores", da Sextante - editora conhecida por publicar livros muito bem sucedidos de autoajuda -, lembra exatamente isso: autoajuda. Ele começa muito bem, com a história da infância da professora, Lilian, mas desanda no caminho. A comida, que deveria ser exatamente o fio condutor da história, fica em segundo plano. O roteiro poderia se passar em uma escola de mecânica ou em um pré-vestibular, ou seja, a cozinha foi simplesmente um lugar onde todos aqueles personagens cheios de problemas foram jogados, quase um Big Brother psicológico.
Quando cada um terminou de contar sua história e os capítulos chegaram ao fim... Fim do livro. Meio como Dubliness, mas numa versão mais leve e rosa. Só de eu tê-lo terminado, quer dizer que não é tão ruim assim, conheço inclusive gente que vai ter muito mais sensibilidade para apreciar a leitura mais do que eu, mas não valeu como primeira leitura do ano. Corri para o Veríssimo, que vem no próximo post.
[* - uma estrela!]
O livro, como o nome já diz, conta a história de um curso de culinária. Cada capítulo é dedicado a um personagem, que são justamente os alunos do curso e a professora, Lilian. Cada um tem uma história de vida para contar e um motivo para estar ali, naquela sala de aula. Uns receberam o curso como presente de familiares, outros buscavam aprimorar um hobby, outros saíam de depressões... Enfim, cada capítulo era quase que um conto próprio, o que poderia ter dado certo. Mas não deu.
"Escola de Sabores", da Sextante - editora conhecida por publicar livros muito bem sucedidos de autoajuda -, lembra exatamente isso: autoajuda. Ele começa muito bem, com a história da infância da professora, Lilian, mas desanda no caminho. A comida, que deveria ser exatamente o fio condutor da história, fica em segundo plano. O roteiro poderia se passar em uma escola de mecânica ou em um pré-vestibular, ou seja, a cozinha foi simplesmente um lugar onde todos aqueles personagens cheios de problemas foram jogados, quase um Big Brother psicológico.
Quando cada um terminou de contar sua história e os capítulos chegaram ao fim... Fim do livro. Meio como Dubliness, mas numa versão mais leve e rosa. Só de eu tê-lo terminado, quer dizer que não é tão ruim assim, conheço inclusive gente que vai ter muito mais sensibilidade para apreciar a leitura mais do que eu, mas não valeu como primeira leitura do ano. Corri para o Veríssimo, que vem no próximo post.
[* - uma estrela!]
domingo, 11 de dezembro de 2011
Desafio Literário 2012
O meu desafio literário de 2011 (aquele de ler 50 livros durante o ano) está sendo cumprido com sucesso. Estou no livro número 49 - Amor sem fim, de Ian McEwan - e ainda faltam três semaninhas para o fim do ano. Para o ano que vem, resolvi tentar um diferente, por isso me inscrevi do Desafio Literário deste blog aqui, que dá temas específicos para cada mês. Serão 24 livros no ano com esses temas, e, no tempo livre, eu leio outra coisa fora do tema. Então, sendo 12 temas, são dois livros por mês, mas eu coloquei alguns a mais para poder mudar de ideia durante o caminho. Ainda assim, eles estão mais ou menos em ordem de leitura. O desafio veio por influência materna! Então, se você quiser acompanhar a lista da "Babãe" também, "clicaki"! Mais alguém se anima?
Janeiro - Literatura Gastronômica
- A mesa voadora - Veríssimo [resenha]
- Sangue, Ossos e Manteiga - Gabrielle Hamilton [resenha]
- Escola de sabores - Erica Baurmeister [resenha]
Fevereiro - Nome Próprio
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-
- Emma - Jane Austen [resenha]
-
Março - Serial Killer
- Dexter: A mão esquerda de Deus - Jeff Lindsay [resenha]
- Eu Mato - Giorgio Faletti [resenha]
Abril - Escritor(a) oriental
- Mar de Papoulas - Amitav Ghosh [resenha]
Maio - Fatos Históricos
- Por quem os sinos dobram - Ernest Hemingway (Guerra Civil Espanhola) [resenha]
- Casados com Paris - Paula McLain (Paris na década de 20) [resenha]
- O americano tranquilo - Graham Greene (Primeira Guerra do Vietnã) [resenha]
- As meninas - Lygia Fagundes Telles (Ditadura Militar) [resenha]
Junho - Viagem no Tempo
- A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger
- A Máquina do Tempo - H. G. Wells [resenha]
Julho - Prêmio Jabuti
- O filho eterno - Cristóvão Tezza
Agosto - Terror
- O iluminado - Stephen King
- Contos do Terror - Edgar Allan Poe
- O Cemitério de Praga – Umberto Eco
Setembro - Mitologia universal
- A criança roubada - Keith Donohue
- Sonho de uma Noite de Verão - William Shakespeare
- Os Trabalhos de Hércules - Agatha Christie
Outubro - Graphic Novel
- O Edifício - Will Eisner
- Área de Segurança Gorazde - Joe Sacco
- Watchmen - Alan Moore
- O Hobbit - JRR Tolkien
Novembro - Escritor(a) africano
- Um Rio Chamado Tempo, Um Casa Chamada Terra - Mia Couto (Moçambique)
- O Último Voo do Flamingo - Mia Couto (Moçambique)
- Muito longe de casa - Ishmael Beah (Serra Leoa)
Dezembro – Poesia
- Nova Antologia Poética - Vinícius de Moraes
- Para Viver com Poesia - Mario Quintana
- Morte e Vida Severina e outros poemas em voz alta - João Cabral de Melo Neto
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